Há quem cante a vida e quem faça da vida uma cantiga. Augusto Canário é dos que sabem transformar palavras em música, improvisar versos ao sabor do momento e fazer da tradição popular um palco sem fronteiras. Entre desgarradas, memórias e desafios, o cantor e compositor minhoto revela, em EM OFF, o homem por detrás da concertina: bem-disposto, fiel às suas raízes e com uma filosofia de vida tão simples quanto certeira. Porque, para quem tem sempre uma cantiga na ponta da língua, até os dias menos bons podem rimar com otimismo.
Qual seria o título da sua autobiografia?
Augusto Canário – Uma Vida a Cantar.
Se pudesse viver dentro de um filme, qual escolheria?
Aldeia da Roupa Branca.
Uma palavra que o descreve, atualmente?
Vivendo.
Qual é a sua música preferida?
“Sultans of Swing”, de Dire Straits.
Quem gostava de ter como convidado num jantar?
Gostaria de ter estado a jantar com Zeca Afonso, quando estava vivo. Na atualidade, Rui Veloso.
Se só pudesse comer um prato para o resto da vida, qual seria?
Bacalhau com todos. Comia bacalhau com um de cada vez!
Café ou chá? Com ou sem açúcar?
Café e chá, sempre sem açúcar.
Qual é a sobremesa que nunca consegue recusar?
Queijo com marmelada (Romeu e Julieta).
Verão ou inverno? E porquê?
Verão, quando o tempo está maravilhoso.
Um livro que o marcou?
A Bíblia.
Qual é a sua cidade de eleição?
Viana do Castelo.
O que não pode faltar na sua mala ou mochila?
Material de higiene pessoal.
Qual seria a sua habilidade superpoderosa?
Compor e escrever cantigas.
Qual é a primeira coisa que vê no telemóvel de manhã?
As horas.
Se pudesse dominar instantaneamente uma nova língua, qual seria?
Mandarim.
Qual é o seu lema de vida?
Com honestidade, o que tem que ser meu, à minha mão vem ter.
O que faz para se animar num dia mau?
Penso: tirando o que está mal, está tudo bem!
Preferia viajar para o passado ou para o futuro? Porquê?
Para o futuro. O passado assim o ensina.
Viagem de sonho?
Terra Santa (em paz).
Clube do coração?
SL Benfica.
Qual foi a coisa mais inesperada que aprendeu recentemente?
Insubstituíveis, só no cemitério!
Qual é o seu guilty pleasure (Ou seja, que coisa gosta tanto de fazer, mas gosta pouco de confessar)?
Jogos slot.
Qual o maior medo que tem?
De ser sepultado vivo.
Quem é o seu ídolo?
Depende da área… Um dos maiores, Robert Baden-Powell.
Uma memória que nunca esquecerá?
Nascimento das filhas e dos netos.
