Entre o stress assumido e a serenidade que procura nos passeios, nas viagens e nos dias de verão, revela-se uma mulher prática, curiosa e movida pelas emoções. Guarda as memórias como bússola, valoriza mais o feito do que o perfeito e encara a vida sem filtros nem rodeios. Nesta conversa, EM OFF, Ana Daniela Pereira, abre-nos as portas ao seu mundo, feito de afetos, desafios e autenticidade.
Qual seria o título da sua autobiografia?
O stress em forma de gente.
Se pudesse viver dentro de um filme, qual escolheria?
Ágora, de Alejandro Amenábar.
Uma palavra que a descreve, atualmente?
Despassarada.
Qual é a sua música preferida?
Tenho duas, por dois motivos muito diferentes: Te he echado de menos (Pablo Alborán), por ter sido a minha companhia em Erasmus; Make it wit chu (Queens of the Stone Age).
Quem gostava de ter como convidado num jantar?
Carles Puigdemont, para tentar compreender os reais motivos para ter levado a cabo o referendo pela autodeterminação da Catalunha.
Se só pudesse comer um prato para o resto da vida, qual seria?
Pica no Chão ou Francesinha.
Café ou chá? Com ou sem açúcar?
Café e sem açúcar.
Qual é a sobremesa que nunca consegue recusar?
Pão de Ló… com queijo.
Verão ou inverno? E porquê?
Verão. O sol e o calor fazem-nos bem.
Um livro que a marcou?
El Pintor de Almas, de Ildefonso Falcones.
Qual é a sua cidade de eleição?
Depois de Braga, Barcelona, onde já vivi.
O que não pode faltar na sua mala ou mochila?
Um carregador para o telemóvel.
Qual seria a sua habilidade superpoderosa?
Ter paciência.
Qual é a primeira coisa que vê no telemóvel de manhã?
A caixa de email.
Se pudesse dominar instantaneamente uma nova língua, qual seria?
Basco.
Qual é o seu lema de vida?
Mais vale feito do que perfeito.
O que faz para se animar num dia mau?
Passeio.
Preferia viajar para o passado ou para o futuro? Porquê?
Passado, para revisitar momentos felizes que na altura desvalorizei.
Viagem de sonho?
Qualquer uma que obrigasse a entrar num avião.
Clube do coração?
SC Braga.
Qual foi a coisa mais inesperada que aprendeu recentemente?
A secundarizar alguns desafios/compromissos.
Qual é o seu guilty pleasure (Ou seja, que coisa gosta tanto de fazer, mas gosta pouco de confessar)
Comer gomas.
Qual o maior medo que tem?
Não saber gerir a dor.
Quem é o seu ídolo?
O clichê: os meus pais.
Uma memória que nunca esquecerá?
Os momentos com o meu avô “Arrelindo” ou o nascimento do meu filho.
