Antes de entrar na jaula de MMA, Pedro Carvalho já venceu outro combate: o de se conhecer a si próprio. Entre The Game e Gladiador, revela-se uma pessoa mais madura do que impulsiva, que troca o açúcar pela autenticidade, encontra força na resiliência e prefere abraçar as emoções a fugir delas. Com o Japão no horizonte, Guimarães no coração e a família como prioridade, desafia convenções dentro e fora da jaula. Afinal, para quem nunca desiste, o maior adversário é apenas o próximo desafio.
Qual seria o título da sua autobiografia?
The Game.
Se pudesse viver dentro de um filme, qual escolheria?
Gladiador.
Uma palavra que o descreve, atualmente?
Maduro.
Qual é a sua música preferida?
Não tenho uma música preferida em específico.
Quem gostava de ter como convidado num jantar?
Cristiano Ronaldo.
Se só pudesse comer um prato para o resto da vida, qual seria?
Bacalhau à Brás.
Café ou chá? Com ou sem açúcar?
Café, sem açúcar.
Qual é a sobremesa que nunca consegue recusar?
Café, sem açúcar (sorrisos).
Verão ou inverno? E porquê?
A época de outono/inverno. Há um charme e uma melancolia muito próprios dessas estações. A única exceção é quando a chuva se prolonga durante muito tempo… isso dispenso.
Um livro que o marcou?
1984.
Qual é a sua cidade de eleição?
Guimarães.
O que não pode faltar na sua mala ou mochila?
Normalmente, a minha boquilha.
Qual seria a sua habilidade superpoderosa?
Cardio ou resiliência.
Qual é a primeira coisa que vê no telemóvel de manhã?
Quase sempre o despertador.
Se pudesse dominar instantaneamente uma nova língua, qual seria?
Japonês.
Qual é o seu lema de vida?
Nunca desistir.
O que faz para se animar num dia mau?
Se estiver num dia mau, oiço música triste e vejo conteúdos que reflitam esse estado de espírito. Procuro viver plenamente essa emoção, que faz parte da condição humana. Reprimi-la é um erro. Sempre que a aceito e a abraço, acaba por passar mais depressa. Prefiro acolher o que sinto a resistir-lhe.
Preferia viajar para o passado ou para o futuro? Porquê?
Para o passado. Porque o passado já aconteceu e seria a única oportunidade de testemunhar determinados momentos e acontecimentos. O futuro, esse, continua por desvendar, e parte do seu encanto reside precisamente nessa incerteza. É como ver um filme: se já soubermos o desfecho, perdemos parte da curiosidade e da emoção que nos levam a acompanhar toda a história.
Viagem de sonho?
Japão.
Clube do coração?
Vitória SC.
Qual foi a coisa mais inesperada que aprendeu recentemente?
Não me lembro de nenhuma em particular.
Qual é o seu guilty pleasure (Ou seja, que coisa gosta tanto de fazer, mas gosta pouco de confessar)?
Os meus guilty pleasures têm sempre a ver com comida. De comer coisas que não devo, em quantidades “proibitivas” (sorrisos).
Qual o maior medo que tem?
O meu único pensamento é o bem-estar da minha família. Neste caso, se fosse colocado em causa, porque, felizmente, sempre vivi a minha vida sem medos.
Quem é o seu ídolo?
Eu.
Uma memória que nunca esquecerá?
A minha primeira luta num grande palco (Bellator), diante de 15.000 pessoas.
