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entrevista

EM OFF com Carlos Carvalhal | Treinador de Futebol

EM OFF, sentamo-nos no banco corrido das memórias com Carlos Carvalhal, treinador que aprendeu a fintar o destino do Bairro da Misericórdia até Wembley. Entre “sonhos” dignos de Inception e “hinos” como Brothers in Arms, revela-se tranquilo, mas nunca acomodado. Um estratega que prefere o passado ao futuro, a essência ao ego e que faz da vida – e do futebol – terreno para “fazer o que nunca foi feito”.

 

Qual seria o título da sua autobiografia?

Do Bairro da Misericórdia a Wembley.

Se pudesse viver dentro de um filme, qual escolheria?

Inception.

Uma palavra que o descreve, atualmente?

Tranquilo.

Qual é a sua música preferida?

“Brothers in Arms”, de Dire Straits.

Quem gostava de ter como convidado num jantar?

Winston Churchill.

Se só pudesse comer um prato para o resto da vida, qual seria?

Massada de corvina, feita pela minha mulher.

Café ou chá? Com ou sem açúcar?

Café ou chá, mas sem açúcar.

Qual é a sobremesa que nunca consegue recusar?

Mousse de chocolate, feita pela minha mulher.

Verão ou inverno? E porquê?

Adoro todas as estações do ano.

Um livro que o marcou?

“Quando Nietzsche Chorou”, de Irvin Yalom.

Qual é a sua cidade de eleição?

Istambul.

O que não pode faltar na sua mala ou mochila?

Produtos de higiene pessoal.

Qual seria a sua habilidade superpoderosa?

Isentar-me do “ego” e viver numa supraconsciência.

Qual é a primeira coisa que vê no telemóvel de manhã?

As horas.

Se pudesse dominar instantaneamente uma nova língua, qual seria?

Alemão.

Qual é o seu lema de vida?

“Fazer o que nunca foi feito…”.

O que faz para se animar num dia mau?

Pensar que “respiramos” e isso é muito bom.

Preferia viajar para o passado ou para o futuro? Porquê?

Para o passado. Para reviver os meus avós e o meu padrinho.

Viagem de sonho?

Vietname.

Clube do coração?

SC Braga.

Qual foi a coisa mais inesperada que aprendeu recentemente?

Que não há amor maior do que o de um avô por um neto.

Qual é o seu guilty pleasure (Ou seja, que coisa gosta tanto de fazer, mas gosta pouco de confessar)?

Tomar banho com água a escaldar. Sei que faz mal, mas adoro!

Qual o maior medo que tem?

Atualmente, não tenho medo absolutamente nenhum.

Quem é o seu ídolo?

A minha falecida avó Glória.

Uma memória que nunca esquecerá?

Vencer a Taça de Portugal pelo meu clube de coração (SC Braga).

 

 

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